Início Vera Renner

Vera Renner

O veleiro e a bandeira preta

Enxerguei ao longe um veleiro. Longe, muito longe, bem na linha onde o horizonte marítimo encontra o céu e pensei que talvez fosse um sinal auspicioso para os tempos que estão a chegar, os dias em que até a...

As fantasias do Carnaval

Está mais difícil escolher o personagem que vai encarar dias em que a ordem modifica-se, em que existe um decreto confesso para sorrir mesmo sem achar graça, em que a indumentária trai o vestir-se, que pareça fazer parte do...

Nossa Senhora dos Navegantes

Para ela o céu sempre está azul, livre de qualquer tempestade, de qualquer vento que deixe marinheiro experiente enjoado, que rasgue ou enfune as velas ao contrario, que vagas traiçoeiras se alevantem com desvario, que espumas não se esfumacem...

Barômetro em baixa

Estava tudo programado, como acontece em todos os verões, a casa de praia esperando, a vizinhança a postos para tantas reuniões quantas couberem no calendário, o mar de chocolatão para verde “caribe” de uma hora para outra, o vento...

A dança do final de ano

O final do ano sempre chega cheio de expectativas, repleto de sorrisos e de boas intenções, deixando de lado tudo o que de ruim houve no ano anterior. O acordar na véspera já parece ser um sintoma de boas...

Chegou o Natal

Agita-se o dia, os ventos se redirecionam, o sol se expande, as areias se acomodam e as pessoas vão se dando conta que a hora é chegada, que as comemorações vão acontecer independentemente de sua vontade ou fé. O...

A casa de praia

Fazia certo tempo que eu me esforçava para lembrar o lugar de praia com todas as suas características e peculiaridades. Tentava visualizar os detalhes daquela casa que se abria de porta em porta quando o sol vinha dar sua...

Oração

Ando querendo interpretar tudo o que passa pela frente com certa fome de entender, com certo deleite em chafurdar no desconhecido sem ter vergonha do que poderá surgir. É assim quando nos dias de hoje o trinado que me...

Vento: o rei da indignação

O andar é silencioso como se pisasse em ovos, como se quisesse levitar para não destruir a grama recém-bafejada pela maresia, como se assim pudesse não algaraviar a passarada que quase não dorme por aqui porque sempre tem algum...

Litoral na Rede: o primeiro ano

É só abrir a porteira do dia com o sol alumiando ou aquecendo, o vento arrastando tudo ou a chuva arrefecendo a natureza que os moradores se jogam como se não houvesse amanhã à plataforma de notícias que chega...

Mais publicações de Vera

Fantasiosa

Segredos ao mar

Minha mãe

Gaúcho praieiro

O mar

Erro: É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida autorização.