Início Vera Renner

Vera Renner

A vida é um sopro

A maratona já estava em andamento há muito e talvez não fosse mais tão necessário aquele esforço físico próprio e dos seus comparsas para que sua voz fosse ouvida um palmo acima dos demais, mas a disposição e o...

A passarela de longe

Os olhos vão longe, mirando a praia sempre sublime, com uma faixa de areia que possui chamariz para se deitar ao sol, tomar um mate, inventar historias bobas, falar de nada e de tudo sendo sempre mais interessante calar-se...

Nossa Senhora dos Navegantes

O mar cintila havendo mais ou menos luz sendo que a maior certeza é que em suas ondas navega eternamente aquela Santa, denominada de Nossa Senhora dos Navegantes. Ela sim é a verdadeira Estrela dos Mares, protetora dos navegantes...

De frente com o Praieiro

O sol nem saiu para dar o ar da graça e a maresia se adianta e vai fuçar  narinas dos saudáveis em ponto máximo, que despertam ao som do rugir do mar, da brisa que pode ser implacável e...

Final do ano

Contrariando a maioria deixei por uns dias de olhar para frente, me abstendo também de embarcar no sintoma coletivo de bota fora, de vai acabar o mundo, tenho que cumprir a promessa, tenho que emagrecer, tenho, tenho, tenho.  Eu...

Horário de verão à beira-mar

Luz e trevas se interpõem dividindo o dia, não ao gosto e supremacia da natureza e sim ao império de ditos e não ditos daqui e dali. Assim se vai a naturalidade de abrir os olhos porque o tic-tac interno ordenou...

Um Mar Só Para Mim

Eu tenho a impressão que nasci assim, manchada de letras, coberta de frases que nem sempre tiveram vida própria e muito menos saíram por ai a vociferar verdades e mentiras, destas, de que tanto gosto de me arvorar. Parece...

Solstício de Inverno no Praião

Identifiquei-me com este guarda-sol tão bem amarrado na beira do mar, talvez porque ele esteja encerrado dentro de si e proibido de espiar as ondas sem se dar conta. Foi fechado para balanço, foi amarrado para não precisar proteger...

O branco do inverno

Ando assim, em branco, e ao meu redor as histórias vão se acumulando com inicio, meio e término e acabam tão sem sentido que são descartadas porque ao fim e ao cabo não me parecem verossímeis. Dá uma pinta...

O dia em que a alma parou

Escondeu-se o mar, voaram para longe suas aves, as conchas restam quebradas, a pesca arrefeceu, o olhar se desconcentra e some para os lados das montanhas, ardem com o sol refletindo o asfalto, os carros descansam em suas garagens...

Mais publicações de Vera

O veleiro e a bandeira preta

Chegou o Natal

A carcaça

Gaúcho praieiro

Final do ano

Erro: É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida autorização.